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segunda-feira, 3 de março de 2014

Eu tenho dois coaches… em nada são iguais…

Neste momento tenho 2 coaches. Sim, pessoas que todas as semanas me obrigam a prestar contas, me fazem focar nos meus objetivos, percebem de empresas e negócios, sabem muito muito bem o que é um empresário e sabem ouvir-me, entender-me, não sabem tudo: respeitam-me! Mas não perdoam quando me desvio…

O meu Coach Neozelandês adora motas de coleção e noutro dia entrou numa conferência mundial montando uma das suas Indian, a assistência ia morrendo com o barulho! Fala pouco e obriga-me a pensar muito. É um homem muito simples e nunca me deixa complicar o meu negócio. Para ele tudo se resolve com pouco esforço e uma atitude perfeita para o problema: estudar, vender, liderar, gerir, viajar, não compliques António… repete-me insistentemente.

O Coach Australiano é um homem muito ocupado, fala comigo uma vez por mês e no final de 15 minutos já tenho tantas ideias para concretizar que o melhor é despedir-me e marcar o próximo meeting com receio de tanta atividade... Ele tem um hábito incrível: no início do ano vai a uma instituição de caridade (normalmente relacionada com crianças) e passa um cheque (enorme) pré-datado. Diz-me (não sei se acredite…) que não tem o dinheiro, mas no final do ano ele vai aparecer porque as crianças precisam do que o dinheiro lhes vai proporcionar… E faz isto há mais de 15 anos…

O que temos todos em comum?
Procuramos a “Abundância Mundial através da Reeducação Empresarial”. Sim, há recursos enormes para todos, mas são mal aproveitados, desenvolvidos e distribuído.

Os Business Coaches têm clientes que querem mudar, uns fazem tudo para evoluir, e conseguem dar a volta aos problemas, deixam de ter tantas preocupações, resolvem as questões de uma vez, as suas famílias vivem mais satisfeitas e espalham bem estar á sua volta.

É fácil? Não, mas é Simples.
É imediato? Se andamos 10 ou 15 anos a complicar… simplificar e melhorar pode demorar 1 ou 2 anos.
Todos conseguem? Sim, mantendo-se focados, prestando contas e fazendo o que realmente importa.
O que espera para melhorar o seu mundo? A sua vida e o seu negócio?
O primeiro trimestre de 2014 está a chegar ao fim… 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Tudo o que sai da minha empresa é marketing !

A propósito do discurso corporativo da empresa de um cliente nosso debatíamos o que se devia comunicar, como e quando.

Depois de grande debate... decidimos comunicar o que os nossos clientes repetidamente afirmam nos inquéritos de qualidade: 
"1- O produto é de grande qualidade e 
 2- É excelente o profissionalismo da área comercial".

O segredo do nosso sucesso está bem expresso na maior parte das situações na opinião comprovada e estatística dos nossos clientes, para quê complicar mais? Não será isso o que o mercado valoriza ?

A partir desse momento foi muito fácil colocar toda a equipa a falar a mesma “língua” a divulgar a mesma imagem, a abraçar apaixonadamente esse mesmo discurso.

E na sua empresa como comunica a sua vantagem competitiva com o mercado? Com grandes invenções estilísticas ou de forma simples agradável e perfeitamente compreensível para todos?

Keep it Simple

É tudo tão mais simples porque razão complicar?

Contacte-nos em 
antonioribeiro@actioncoach.com ou 
olgagonçalves@actioncoach.com

domingo, 1 de abril de 2012

8x3 a nova tática para Fazer Acontecer Negócio, Ação, Action !

Esta apresentação faz todo o sentido para Empreendedores e Empresários que querem evitar erros e cumprir estratégias de EXIT(o). Startup ou negócio estabelecido, há regras 8x3 que não vale a pena inventar. Quase tudo o que é preciso para colocar o negócio na linha do sucesso, rapidamente e consistentemente.

Como arrancar com o negócio, como conferir o estado dele

Sim as estratégias de saída são tão importantes como as de entrada no negócio. Até as classifico como estratégias de êxito ...!

Company killers and Exit Strategies

sábado, 28 de janeiro de 2012


Você está realmente e loucamente apaixonado pelo que vende?

Todos nós sabemos que por vezes as vendas se resumem ao "fecho da venda". Não há um vendedor vivo que não use uma variedade de técnicas para ajudá-lo a ser bem sucedido nesse momento tão crítico, com os seus clientes. No entanto, acredito que a paixão é a mais subestimada e subutilizada ferramenta de vendas no nosso arsenal, pois é muito difícil de medir e ninguém encontrou uma maneira eficaz de ensiná-la.

A paixão é uma ferramenta eficaz de vendas porque não é artificial e não pode ser falsificada por um longo período de tempo. Ela está presente em pessoas que realmente se preocupam e estão dispostas a usar o tempo para servir os seus clientes.

Paixão em vendas torna-se evidente quando o vendedor usa o seu tempo para ouvir as opiniões do cliente e tenta entender o que é que ele procura. A paixão sente-se não só nas perguntas que são feitas, mas também no tom de voz e linguagem corporal que é usado e no follow-up que é praticado após uma chamada ou um encontro de vendas. Vendedores que têm paixão são capazes de criar relações de longo prazo, as mais rentáveis com os seus clientes. De forma rotineira os vendedores com paixão acabam por ter largos benefícios com base em referências dadas pelos seus próprios clientes e, em muitas ocasiões, estas referências chegam prontinhas a comprar.

Antes de começar já a treinar uma linguagem corporal e um tom de voz que demonstrem toda a sua paixão, deixe-me acrescentar o ingrediente secreto: coração. Paixão desenvolve-se a partir de uma crença genuína de querer ajudar o cliente em ambos os momentos bons ou difíceis, e isso nasce mesmo de um coração disponível e atento.

Paixão pode realmente ser medida de algumas formas… Faça esta simples pergunta a si mesmo: "Quando o dia acabou e meus clientes estão refletindo sobre as pessoas com que se cruzaram será que eles pensam de mim como uma luz positiva que contribuiu para terem um bom dia? " 

É importante ter a certeza se os seus clientes realmente acreditam que você os está a ajudar a melhorarem o seu dia e o seu negócio. 

Outra ferramenta de avaliação é o número de referências que você recebe. As referências são uma medida exata de como seus clientes o vêm. Se eles honestamente acreditam em si, então eles vão ser uma fonte de recomendações para os amigos e conhecidos deles.

Paixão em vendas é subestimado. Portanto, a sua capacidade de genuinamente se preocupar com seus clientes, e de mostrar interesse, quer a atendê-los quer a ajudá-los, vai determinar o seu sucesso como vendedor (ou empresário) no longo prazo.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

SPA Intelectual
A Academia de Negócios de Braga


 Braga, Hotel Melia***** Academia de Negócios, Janeiro 2012
Pelo menos 5 pontos a aplicar no seu negócio... todas as sessões. 15 dias para aplicar e nova sessão , um verdadeiro SPA Intelectual !

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O Poder de Definir Objetivos


O cérebro humano está programado para alcançar algo... que esteja previamente definido: precisamente um objetivo. Quando esse objetivo é claro e específico é muito mais fácil chegar lá ! Se o não fizermos o nosso cérebro fica confuso e perde o rumo.
Uma das formas das empresas não controlarem o seu crescimento é ficarem á espera que tudo corra melhor...  tipicamente esperar que 2012 seja melhor...
Para saber como o Brad Sugars pensa sobre o assunto tem hoje uma oportunidade de ouro, solicite o seu eBook gratuito sobre "O Poder de definir (e escrever) objectivos".
click aqui para receber o seu eBook sobre este tema

 

António Tomé Ribeiro
Business and Executive Coach
ActionCOACH 
The World's #1 Business Coaching Firm 
R Arq Cassiano Barbosa, 112D E8
4100-009 Porto
Cell: 912165345
Main: 226170935
Email: 
antonioribeiro@actioncoach.com
Website
www.businesscoaching.com.pt

domingo, 13 de novembro de 2011

Em tempo de crise todos se perguntam onde estão os clientes! Mas quem se incomoda a encontrá-los?


Já reparou seguramente que nem sempre temos o número de clientes que precisamos. Frequentemente algumas empresas nem sabem qual o número de clientes que necessitam para sobreviver no futuro por uma razão simples: não sabem o valor temporal de um cliente nem conhecem as vendas médias por tipo de cliente ou por produto e cliente. Mas isso é um outro assunto !
Quando o número de clientes não aumenta, e voltamos ao tema, preocupam-se empresas e empresários em constatar que “as coisas já não são como eram” e abraçam e adoptam num conjunto de mitos criados por eles mesmos ou pelo que observam e absorvem do ambiente circundante. Mas fazem uma análise desapaixonada e criteriosa da realidade? Muitas vezes não.
Quando algo não nos corre bem procuramos a aprovação social para essa tendência: perscrutamos o horizonte em busca de sinais que confirmem a nossa má performance. De seguida, ficamos contentes, por descobrirmos que nos outros, embora não em todos, algo de semelhante se passa. E como alguém tem sempre sucesso acabamos por desvalorizá-lo pois há sempre muitos mais casos de insucesso facilmente percebido. Desta forma desculpabilizamos a nossa performance em lugar de procurarmos a razão de sucesso de outros actores muito mais bem sucedidos…!
Para ajudar a analisarmos o que ocorre com os nossos clientes proponho que façamos a sua divisão em:
1-                         Clientes que já compram, mas fazem-no por necessidade e em quantidade mínima… no fundo procuram algo de melhor mas ainda não nos disseram.
2-                         Clientes que não compram: já pensaram em nós, já nos contactaram mas decidiram que não somos os seus fornecedores.
3-                         Muitos outros que não nos conhecem
Aos primeiros, normalmente, não surpreendemos com novas e mais tentadores serviços/ produtos. Os segundos fazem-nos a engrossar a estatística conhecida que prova que 80% dos vendedores desistem ao primeiro não e, retirando os que não o fazem logo, 80% (novamente) desistem ao segundo não… Finalmente o terceiro grupo é um universo extenso e portanto achamos (sem quantificar ou inventar) que fica dispendioso de ser contactado, desistindo por preço, complexidade ou desânimo de os cativarmos.
Desta curta reflexão gostaria que os leitores extraíssem a necessidade de passar á acção eliminando rapidamente os preconceitos que nos prendem à situação actual… ! Ela só é o que é porque a aceitamos assim…!

Desafio: quem vai fazer algo por cada um destes grupos na próxima semana, antes que a concorrência se preocupe primeiro?

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

28 Razões de negócios está crescendo Nr 3 -Pensar globalmente ou Múltiplas fontes de rendimento

Todo empresário deve ter o objectivo de atingir o sucesso global. Se não pensarmos dessa forma, é hora de começar a desenvolver um pensamento muito maior!
As empresas que vendem para mercados diferentes têm uma vantagem, porque cada um destes mercados tem uma economia diferente. Enquanto alguns podem estar a diminuir, outros estão a crescer.
Em qualquer negócio , quem tem a posição mais insegura?
Os empregados estão na posição mais insegura , porque os empregados só têm um fluxo de rendimento , apenas um cliente, o seu patrão .
Como um proprietário , a sua posição é muito mais segura , porque na empresa deve ter muitos clientes , por isso, se perde um isso não é um desastre tem outros!
O mesmo se passa com o seu negócio . Se trabalhar somente com um mercado e se perder esse mercado a sua empresa irá sofrer e muito .
Agora pergunte a si mesmo , o que é que sabe sobre vendas , marketing, formação de equipes ou os aspectos jurídicos de um negócio quando está a trabalhar para outra pessoa?
Se por exemplo trabalhou como engenheiro durante 20 anos , sabe muito sobre ser um engenheiro , mas o que sabe sobre o funcionamento de um negócio?
Será que sabia que tudo o que precisa de saber sobre o funcionamento de um negócio antes de abrir o seu próprio negócio?
Claro que não.
A minha definição de um negócio bem sucedido é o de uma empresa comercialmente rentável que funciona ... sem mim.
Se tem que estar lá todos os dias, o seu negócio torna-se nada mais do que um emprego.
É por isso que é tão importante treinar sua equipe sobre o que vende o seu próprio negócio e se você espera desenvolver múltiplos fluxos de rendimento .
Lembre-se, que tem a equipe que merece. Grandes empresas com grandes líderes têm óptimos funcionários . Como é a sua equipe ?
Assim que a sua equipe está bem treinada, pensar globalmente e desenvolver múltiplos fluxos de rendimento torna-se muito mais fácil.

Brad Sugars

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

28 Razões para o crescimento explosivo do seu Negócio, Nr.1 ATITUDE


A primeira característica que notamos na maioria dos proprietários de negócios é a sua atitude.
Há tanta coisa nos meios de comunicação social que diz que as coisas estão más que impedem os empresários de verem a situação no seu todo.
Ouve-se que há uma crise e começa-se a acreditar nela, quer se veja com os seus próprios olhos ou não.
Existem muitas empresas que estão a ganhar mais dinheiro do que no ano passado, o índice Dow Jones continua a subir e as grandes empresas estão a reportar um lucro recorde.
Será que a minha atitude é perguntar que recessão é esta?
E se estamos realmente em recessão, há alguma regra que diz que todos nós temos que sofrer da mesma  forma?
É claro que essa regra não existe!
Já pensou quando são criadas as maiores fortunas: numa boa economia ou durante uma recessão? Onde estão as grandes oportunidades?
A resposta parece-nos bastante óbvia, não é? As maiores fortunas são feitas durante uma economia em baixo.
Porquê?
Porque para uma empresa bem gerida, uma economia em baixo é uma grande oportunidade.
Não seria agora uma boa altura para comprar a nossa concorrência ou recrutar melhores pessoas que não se importam de trabalhar por um salário mais baixo?
E que tal encontrar uma melhor localização para o seu negócio por ser mais barato?
Existem essas oportunidades e muito mais, se você souber como encontrá-las.
As pessoas que estão preocupadas e têm uma má atitude sobre a economia são aqueles que não entendem como a economia funciona.
Elas não entendem que, assim como o verão vem a seguir à primavera, os períodos de mudança económica também têm as suas "estações".

Original de Brad Sugars